Por mais preparação psicológica que uma pessoa tenha, uma perda é sempre algo que dói cá dentro. O aceitar o desaparecimento, o aceitar que quando eu voltar a casa ela já não estar lá para me receber. Na segunda, antes de vir, tive a despedir-me dela bastante tempo, sabia que havia uma grande probabilidade de não a voltar a ver, e a pior das hipóteses confirmou-se. A Nina, a minha velhota de 14 anos, super insuficiente cardíaca, com uma personalidade vincada, morreu ontem ao início da noite. Foi a primeira vez a sério que perdi um cão...
Buh!
Há 2 anos
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