sábado, novembro 29, 2008

Brincadeiras inocentes.

Estava aqui a pensar, quando brincávamos como duas verdadeiras crianças, nas aulas e na biblioteca. Costumava ser uma espécie de luta de mãos, em que só valia usar uma mão e torciamos os dedos um ao outro. Quando aquilo ficava agreste, passávamos às cócegas na barriga, e quando chegava a um ponto em que já estavamos completamente entrelaçados um no outro, com as mãos presas, usávamos a boca e vá de pregar dentadas onde calhasse!
Aí, o teu sorriso era autêntico, feliz. Normalmente, um de nós saia sempre aleijado. Mas naquele jogo tudo valia, enquanto havia pedaço para beliscar havia um sorriso alegre na tua cara.
Aconteceu algumas vezes ficarmos de tal forma enrolados que as bocas ficavam tão próximas...
Nunca aconteceu. Não aconteceu ali, naquele tempo. Não foi há muito, mas já tenho saudades.
É pena...mas vivo na esperança de algum dia voltarmos a brincar como crianças, vivo para em algum momento voltar a ver aquele sorriso, que eu sabia só me pertencer a mim.
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É por estas e por outras que nos últimos tempos só me apetece pegar na tua pessoa, abanar-te, virar-te do avesso e dizer-te: Não compreendes? É preciso fazer-te um desenho? Adoro-te porra, ADORO-TE, ADORO-TE, ADORO-TE. Estúpido do caraças, onde é que guardas-te a inteligencia? Gostava de me voltar a encontrar com ela!

2 comentários:

Anónimo disse...

acredita, ás xs é preciso fazer um desenho... i talvez ele precise mesmo k alguem o "abane"

bom feriado
;)



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Anónimo disse...

Mais cedo ou mais tarde, vai entender que a felicidade sempre esteve ao lado dele =)
Não desistas, porque o teu adoro-te, é o mais puro possivel!